sábado, 2 de outubro de 2010

Conselhos dos Mestres

Hoje decidi por em prática todos os meus planos.
Quero dizer, por no papel as minhas idéias.
Dar vida a esses personagens que invadem meus sonhos
e não conseguem escapar de lá,
ficam prisioneiros da minha mente.
Já aprendi que é dificil ser jovem escritor
então vou seguir os conselhos de quem queria a tradição mantida.

 As dicas de George Orwell:
 
1.      Nunca use chavões, metáforas ou outras figuras de linguagem que você esteja acostumado a ver na imprensa.
2.      Nunca use uma palavra longa onde uma curta é suficiente.
3.      Se for possível cortar uma palavra, sempre a corte.
4.      Nunca use a voz passiva se puder usar a ativa.
5.      Nunca use uma frase estrangeira, um termo científico ou um jargão se você consegue pensar em um equivalente comum.
6.      Quebre qualquer destas regras antes de escrever alguma barbaridade.




As 5 dicas de Ernest Hemingway para escrever bem
  • Use frases curtas: O estilo de Hemingway ia direto ao ponto, minimalista e genial.
  • Inicie com um parágrafo curto: Veja a abertura deste artigo.
  • Escreva com vigor: Transmita sua idéia com energia, deixe evidente o foco, a intenção.
  • Escreva positivamente: Descreva o que as coisas são, e não o que elas não são. Não diga “não é muito caro”, diga “é econômico”. Ao invés de dizer que o software não tem erros, diga que ele é consistente, ou estável.
  • Saiba reconhecer os seus sucessos: publique os textos em que você acertar, e descarte (ou guarde para depois aprimorar) aqueles que não estão no nível de qualidade desejado.                                                                                       

Um comentário:

  1. Ótimos professores. Mas temos que nos lembrar de que são anglófonos, e a língua inglesa tem outras lógicas de escrita. Por exemplo, a questão da voz passiva, que eles não gostam de usar porque a estrutura da língua deles é rigidamente Sujeito-Verbo-Predicado, e qualquer mudança dificulta o entendimento da mensagem - daí também porque eles preferem frases curtas com poucas palavras. O mesmo acontece com as palavras curtas em oposição às longas: em inglês, geralmente as palavras de origem anglo-saxã (que eles usam cotidianamente) são curtas; e as palavras de origem latina são longas, ilógicas e desconhecidas para eles. Só por isso eles recomendam palavras curtas. Quando estudei técnicas de redação, no curso de formação de professores de inglês, tínhamos que de fato seguir essas regras. Fiquei curiosa: você sabe o que os autores de língua portuguesa recomendam?

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