quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Como escrever, revisar e publicar seu livro - Um guia completo do mercado editorial mundial

Nesse livreto Igor Silva da dicas e relatos de acordo com sua experiência.
São Informações detalhadas e abrangentes de como criar personagens, descrever cenários e situações, cortar o original, revisar e publicar. Contém ainda dicas de
autores Best-sellers para quem quer começar a escrever.

Acompanhe essa primeira parte e absorva tudo o que ler, pois as dicas são importantes e reveladoras...

4 comentários:

  1. Não posso sair sem deixar meu comentário! Afinal, gostei da leitura. Mas, continuo com muitas dúvidas, vou esperar as próximas postagens. E este livro,será apenas virtual ou será publicado?

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  2. Gostei do livreto - da idéia de se escrever essas dicas e da forma despojada como está apresentada. Mas tenho umas pequenas considerações a fazer ao autor:
    1) a diagramação das páginas iniciais não está boa: o próprio título está cortado em duas páginas! Um bom diagramador e uma boa editora não deixam isso acontecer. Sugiro revisar.
    2) pag. 5 - os itens 1 e 2 são antagônicos. Ou seu romance O olho de Hórus é ruim, porque você nunca esteve lá (como o cidadão do Acre), ou uma pessoa de qualquer lugar pode escrever sobre outro lugar, desde que faça uma pesquisa cuidadosa (o que você disse que fez para escrever seu livro)
    3) pag. 5 - item 3 - está dito de uma forma não muito exata. Mesmo o Niemeyer e a Hebe têm muito que aprender, pois eu trilhei caminhos que eles não trilharam, então, mesmo mais nova em idade, tenho coisas para ensinar a eles também. Não estou dizendo que aprovo o estilo conselheiro, mas o fato de uma pessoa ser mais velha não significa que seja o poço absoluto de experiência e sabedoria - o problema é o argumento usado.
    4) pag. 9 - item 5-Nomes - fiquei muito constrangida com o exemplo que você usou. Imagino a indignação de alguma Zumira linda lendo o que você escreveu (Zulmira é mais comum do que Zumira. Terá sido erro de digitação?) Ademais, você deve saber que as categorias "bonito" e "feio" dependem mais dos olhos de quem vê do que do objeto visto. Tenho uma personagem de nome Inês (eu acho um nome bonito) que é considerada feia por todos, inclusive pelo pai dela; mesmo assim, Fernão cai de amores por ela, e a acha bonita, e defende a beleza dela diante dos amigos. Então essa história de nomes e aparências feios e bonitos varia muito do gosto pessoal de cada um. Se Zumira (ou Zulmira) fosse um nome feio, não haveria nenhuma no mundo, pois ninguém escolhe um nome feio para dar a sua filhinha.
    5) pag. 9 - item 6-características físicas - "o que a Jô faz com o Harry" - quem é Jô? Quem é Harry? A gente só descobre se continuar a leitura e conhecer a história. Acho que cabe escrever o nome completo da escritora (cheio de intimidades!) e indicar em que livro essas personagens aparecem.
    6) pag. 9 - escrever em terceira pessoa é difícil? Depende do escritor. Para mim é extremamente fácil, e escrever em primeira pessoa é quase impossível. Há obras fantásticas em terceira pessoa também. Não li todos os grandes clássicos da literatura universal, mas os que me lembro são em terceira pessoa (são a minha fonte de influência). Se o escritor "não tiver talento e técnica", uma narrativa em primeira pessoa pode acabar virando diário de adolescente, então o argumento não procede.
    7) pag. 11 - POV que, em português, se chama Ponto de Vista. Não vejo como uma técnica, mas como um aspecto da narrativa - como são a estrutura, as personagens, o ambiente. Há várias técnicas para se construir o ponto de vista, mas ele em si não é uma técnica.

    Bem, agora fico aguardado a continuação da publicação do Guia para continuar lendo.
    Um abraço

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  3. Parabéns! Sua explanação sobre o assunto ficou bem definida.
    Para quem está começando, e até mesmo para aqueles que já escrevem, este é um ótimo guia. Algumas dicas apresentadas vão me servir. Obrigado.

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  4. Quando invento uma personagem, imagino-o desde seu nascimento, isso me ajuda naquilo que pretendo expor. Para não correr o risco de me perder durante o desenvolvimento do texto (da historia), costumo anotar as datas desde seu nascimento até as mais significativas de toda sua vida. Por hábito, faço anotações sobre todas as outras personagens que participarão da vida daquela. Nem que seja apenas para dar uma informação. Por exemplo:
    - Percebendo que estava perdida, aquela mulher alta e magra e que vestia roupas estranhas, aproximou-se de mim e questionou:
    - Está perdida, filha?
    - Sim. – Afirmei com um leve e desconsolado sorriso, em seguida, expliquei-lhe o que procurava, gentilmente, me indicou o caminho. Depois daquele rápido encontro, nunca mais a vi. -
    Acho importante conhecer a psicologia da personagem; seus modos, sua maneira de falar e de agir; do que gosta e não gosta, desde comida até o estilo de se vestir. O passado, o presente e os sonhos das personagens também são importantes.
    Outro recurso que utilizo, no estilo Machadiano, e fazer a personagem falar com o leitor.

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